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Pois é. Depois do morango do amor, da estética 2016, do “cheesecake” de iogurte com biscoff e de tantas outras trends, uma nova campanha busca desafiar a rotina com um gesto simbólico: ficar um mês sem celular.

A iniciativa parte de um dado chocante: segundo a Global Solidarity Foundation, usuários checam seus celulares, em média, 221 vezes por dia — ou seja, praticamente a cada 6 minutos durante o tempo acordado.

A campanha não propõe uma ruptura total — ao menos, não para todos. A própria organização reconhece que algumas pessoas dependem do aparelho para o trabalho ou outras obrigações.

Na prática, o intuito é promover reduções estratégicas no uso de redes sociais, mensagens instantâneas e aplicativos de entretenimento.

Quando nos aprofundamos nos dados…

Globalmente, as pessoas passam, em média, 4h30 por dia usando o telefone. No Brasil, o cenário é ainda mais preocupante: passamos, em média, 5h12 no celular todos os dias.

(Imagem: Waffle Studios)

De modo geral, podemos enxergar esse fenômeno de duas formas: uma (ligeiramente) filosófica, e outra diretamente relacionada à saúde mental.

Alguém que usa o celular 5 horas e 12 minutos por dia acabará passando aproximadamente 17 anos da vida diante de uma tela. A partir desse dado, tire suas próprias conclusões.

Em relação à saúde…

O uso excessivo do celular interfere na regulação do sono, pois a luz azul da tela suprime a melatonina, dificultando o início do sono e afetando a qualidade do descanso.

🩺 Além disso, o bombardeio constante de informações ativa repetidamente o sistema de recompensa do cérebro, favorecendo a ansiedade e dificultando a concentração.

O tempo prolongado em posição curvada também pode causar dores cervicais e lombares, além de prejudicar a respiração profunda.

Estudos mostram que pessoas que passam mais tempo no celular têm maiores chances de desenvolver sintomas depressivos e sentimentos de isolamento.

O que fazer? Desligar o celular por alguns momentos pode ser um dos maiores atos de autocuidado da sua rotina.

Sabemos, porém, que nem todos podem se dar ao luxo de participar da campanha, por diferentes responsabilidades e contextos de vida.

Ainda assim, vale lembrar: ao abrir espaço para o silêncio, para o tédio criativo e para conexões reais, você fortalece sua saúde mental.

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