💣 Uma bomba caiu no mundo da Fórmula 1 nesta semana: após 20 anos — todos os de existência da Red Bull —, Christian Horner deixou o cargo de chefe da equipe.
Uma dose de contexto: Quando Horner assumiu a Red Bull aos 31 anos, se tornando o chefe de equipe mais jovem do grid, ele prometeu dar trabalho para as outras equipes. E conseguiu.
🏁 124 vitórias em 405 corridas;
🏆 8 campeonatos de pilotos: 4 consecutivos com Vettel (2010 a 2013) e 4 com Verstappen (2021 a 2024);
🏆 6 títulos de construtores (2010 a 2013, 2022 e 2023).
Junto dele estiveram figuras muito importantes para a consolidação da equipe austríaca, como o conselheiro Helmut Marko, os designers Adrian Newey e Rob Marshall, e o diretor esportivo Jonathan Wheatley.
🗓️ Fev/24: Horner foi acusado de comportamento inadequado por uma funcionária da equipe. Mesmo inocentado pela investigação interna, o processo culminou em uma grande perda de estabilidade do time;
🗓️ Abr/24: Adrian Newey anuncia saída rumo à Aston Martin.
🗓️ Mai/24: McLaren virou o jogo após a Red Bull vencer 4 das 5 primeiras corridas da temporada e conquistou o título após 26 anos, impedindo o tri da equipe austríaca;
🗓️ Mar/25: Liam Lawson não consegue bons resultados nos 2 primeiros GPs de 2025 e é rebaixado para a Racing Bulls;
🗓️ Jun/25: Red Bull cai para 4º no Mundial de Construtores, e está praticamente fora da disputa pelos títulos de piloto e construtores.
Com a mudança do regulamento para 2026, a decisão da equipe parece ser uma virada de chave para começar a planejar o próximo ano. Para isso, trouxe da sua filial o novo CEO, Laurent Mekies.
A primeira e grande missão de Mekies será convencer Max Verstappen a ficar na equipe. Com o baixo desempenho, cláusulas do contrato do tetracampeão podem ser acionadas, e ele pode migrar para o projeto de outra escuderia, como Mercedes ou Aston Martin.
Já Horner, mesmo sem ter conseguido se livrar 100% das acusações sobre seu comportamento, deve ainda ter futuro na categoria, com seu nome já tendo sido ligado à Ferrari e à Alpine anteriormente.