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Serve para bens materiais, entretenimento, distrações… Estamos sempre tentando preencher uma lacuna, um vazio, com coisas externas.
Se você parar pra pensar, tudo que experienciamos na verdade, é por causa do nosso mundo interior, não nosso mundo exterior.
A natureza da mente e da consciência humana faz com que não seja possível experimentar algo diferente do que a nossa própria mente está criando e dando vida. Olhe para dentro, não para fora. Nossa experiência é criada inteiramente dentro de nós.
- Por isso, a importância de cuidar tanto do nosso interior, da nossa saúde mental e espiritual.
Se colocarmos todo o valor no externo: reconhecimento dos outros, bens materiais que podemos consumir, momentos de euforia causados por estímulos feitos para nos viciar… Estamos fadados a sempre depender do externo para nos sentirmos bem.
Vamos pra prática?
- Busque o autoconhecimento: Por mais que essa palavra hoje seja carregada de clichês e até “preconceito” por alguns, nada é mais importante do que isso: se conhecer. Entender o que te faz bem, o que não faz, quais são seus limites, seus valores. Dessa forma fica muito mais fácil saber onde estar, onde não se envolver, qual caminho seguir em qualquer âmbito da vida, e claro, lidar melhor com as adversidades da vida;
- Se espiritualize: Independente de religião, é importante que a gente se conecte com algo maior (pelo menos pra mim). Isso dá um senso de propósito, de esperança e aquela sensação de completude, preenchimento, em saber que não estamos sozinhos;
- Esteja confortável no tédio: Por fim, para não precisar do externo e saber ser autossuficiente, é preciso estar confortável no tédio, com a sua própria companhia e os seus pensamentos. Sei que isso pode parecer difícil nos dias de hoje, mas comece aos poucos. Primeiro, passe o seu tempo fazendo coisas com menos estímulos artificiais, escreva com papel e caneta ou leia um livro, por exemplo. Depois, tente tirar 5 minutinhos do dia para meditar em silêncio, apenas observando a sua respiração, os barulhos ao seu redor, e contemplando o tal do “fazer nada”.
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