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Vender o próprio catálogo virou quase um ritual de passagem para grandes artistas. Mas The Weeknd decidiu fazer diferente e mostrou que música pode ser ativo sem virar despedida.
O cantor fechou um acordo de US$ 1 bilhão com o Lyric Capital Group para criar uma joint venture — uma collab empresarial — em torno de seu catálogo. A estrutura permite dividir os ganhos com o investidor sem abrir mão do controle das músicas.
Nos últimos anos, vários artistas deram passos parecidos, ainda que por caminhos diferentes:
Na prática, para o artista, vender os direitos é uma estratégia de embolsar no curto prazo um dinheiro que entraria ao longo dos anos, com os plays e licenciamentos comerciais.
Para o fundo, é uma forma de alocar capital em um investimento menos suscetível a ondas do mercado e com alto potencial de rentabilizar, considerando o tamanho da fan base. O The Weeknd, por exemplo, vem de uma turnê recordista e soma cerca de 120M de ouvintes mensais no Spotify.
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